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Mercado Imobiliário

Por que investir no Mercado Imobiliário em 2019?

Escrito por

Oliver Imhof Chwang


Formado em Ciências Contábeis pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). Trabalha há mais de 8 anos com contabilidade e investimento.


Desde 2014 o Brasil como um todo vem passando por um grande processo de desaceleração econômica.

Desemprego e baixa no consumo, aumentaram a insegurança do mercado em fornecer financiamentos e empréstimos a pessoas e empresas.

Dentro do ciclo de desaceleração econômica vários setores foram afetados, inclusive o mercado imobiliário.

Mas e agora? Depois de 5 anos, será que o setor vai se recuperar?

As expectativas para o mercado imobiliário são boas

Com as novas movimentações do mercado e do governo, o investimento externo e interno tem altas expectativas para entrar para valer neste ano.

Isso porque estas movimentações refletem uma sinalização positiva de que governo e mercado conseguirão honrar com suas obrigações, gerando mais empregos, aumentando o poder de compra do consumidor e consequentemente aumentando a quantidade de investidores.

Neste processo, um dos mercados que mais geram empregos e mais se beneficiam é o imobiliário.

E como ele ainda está em aquecimento, investimentos feitos nesse início, com o mercado ainda retraído, podem trazer retornos positivos futuramente.

Imóveis em conta

Quando estamos enfrentando problemas econômicos, muitas pessoas, inclusive empresas, começam a se “desfazer” de seus ativos.

Muitas vezes, esses ativos são imóveis. No momento de vender para conseguir dinheiro, as pessoas, na urgência, podem acabar vendendo os seus bens por valores inferiores ao normal.

Fato que pode gerar excelentes oportunidades de investimento. Ao identificar a possibilidade de um amanhã melhor, essas oportunidades podem se tornar ainda melhores.

Mais emprego, mais consumidores

Com mais oferta de trabalho no mercado, mais pessoas terão acesso a dinheiro, e portanto, terão a oportunidade de resolver uma de suas necessidades básicas, a de moradia (comprando ou alugando imóveis).

E as duas formas de interação são relevantes para o mercado imobiliário brasileiro. Isso porque, a maior procura por imóveis aumenta o preço das propriedades aluguel torna determinado ativo mais atraente e lucrativo, fato que pode valorizar o mesmo.

Juro baixo

Outro detalhe que não é muito noticiado agora, mas, com certeza, poderá ser alvo de análises no futuro é o juro baixo.

A taxa Selic, a taxa básica de juro no Brasil está em seu menor nível desde o plano Real. Com o juro na casa dos 6,5% ao ano (e expectativa de queda ainda maior, para 5,75%) o financiamento de propriedades fica muito mais em conta.

Neste cenário, mesmo que não haja uma redução de preço dos imóveis, o financiamento ficará mais barato, tornando-se uma opção atrativa aos consumidores.

Vale lembrar que a compra de imóveis por parte de investidores no exterior é algo que também pode aumentar, e pode fomentar ainda mais o mercado imobiliário brasileiro.

A entrada de pessoas estrangeiras no mercado imobiliário é algo que acontece já em outros países como é o caso do Canadá e os Estados Unidos.

Investidores de outros países, como é o caso da China, acabam comprando propriedades em tais países, observando a possibilidade de lucrar com a rentabilidade observada em tais nações.

Conclusão

Motivos não faltam para entrar no mercado imobiliário. Talvez, o valor inicial de investimento e os custos relacionados a manutenção de propriedades sejam verdadeiros entraves para boa parte dos investidores.

Mas, por meio de algumas opções de investimento, como os Fundos Imobiliários, ou até os Crowdfunding Imobiliário, os investidores conseguem ter acesso a esse mercado investindo valores bem mais modestos.

Sem falar que os custos e até os riscos dessas opções, são bem mais atraentes, quando comparamos ao investimento tradicional em imóveis.

Olhando todos pontos destacados nesse artigo, o leitor pode ver vários motivos para entrar com os dois pés no setor imobiliário.



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