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5 formas de investir em imóveis em 2019

Escrito por

Aline Oliveira


Jornalista e Comunicóloga formada pelo UniBH com especialização em Marketing de Conteúdo e Marketing Digital. Escreve sobre Economia, Finanças, Investimentos, Empreendedorismo, Carreira e Direito Tributário. Redige também artigos de temas variados, sendo autodidata em assuntos sobre comportamento humano. Experiência em assessorias de imprensa e em agências de comunicação.


Talvez você já esteja convencido de que investir em imóveis é uma das melhores opções atualmente. Mas uma dúvida que sempre surge é: quais formas existem e quais combinam mais comigo?

Diante dessa questão, separamos cinco formas de investir em imóveis em 2019. Confira!

As expectativas para o mercado imobiliário em 2019

Com todo o cenário de recessão econômica enfrentada no Brasil nos últimos anos, 2019 está sendo o momento em que há estimativas de início de recuperação.

Com o aumento da confiança no mercado brasileiro e as boas projeções, investidores estão dando mais atenção ao mercado imobiliário, um dos mais sólidos que existem.

Formas de investir em imóveis

O mercado de investimentos requer muito estudo e autoconhecimento do seu próprio perfil de investidor. Antes de escolher a melhor forma para dar o próximo passo, tenha em mente se você é conservador, moderado ou gosta de arriscar mais.

Conheça abaixo os principais tipos de investimento imobiliário e veja o que mais se encaixa no seu perfil:

1) Compra de imóveis na planta

Os imóveis na planta são ótimas alternativas para investir neste segmento. O investidor adquire um imóvel de forma mais acessível do que na fase da conclusão da obra.

À medida em que a construção vai avançando, o imóvel vai sendo valorizado por meio da especulação imobiliária.

A vantagem é que novos empreendimentos na planta, de diversos tipos, surgem a todo momento e você conta com várias opções de investimento.

Contudo, a dica aqui é saber exatamente sobre tudo o que envolve o negócio como a reputação da construtora, a finalidade do imóvel, a localização e as reais chances de valorização futura.

Como o custo para investir é alto, um estudo prévio é essencial.

2) Compra de terreno

Entre as alternativas que você pode incluir na sua carteira de investimentos está a compra de terreno ou mesmo lotes. Em muitos locais, a probabilidade de valorização é alta e pode se dar de forma exponencial a longo prazo.

O entorno das grandes cidades cresce em ritmo acelerado e se expande horizontalmente — o famoso vetor de expansão urbana—, o que acaba evidenciando muito a região.

A dica é ficar de olho nas cidades vizinhas e em bairros que fazem limite com outras cidades.

Para você ter uma ideia de como um loteamento é rentável, atualmente, muitas construtoras investem em áreas vizinhas a grandes centros urbanos para construção de verdadeiros condomínios de luxo — inclusive ofertados pela Glebba — que serão vendidos a valores bem mais altos no fim da obra, depois de alguns anos.

Ou seja, mesmo apostando em um lote em um local que não seja tão valorizado, daqui a um tempo, ele pode valer muito acima do investimento feito inicialmente. E há outras vantagens de investir em loteamento.

Além de fomentar a economia local, o setor é considerado um dos mais seguros e resistentes à crise. Isso se dá pelo fato de que adquirir lotes é bem mais barato do que comprar casas e apartamentos já prontos.

É uma alternativa bastante viável para realizar uma boa venda no futuro, mesmo com um cenário econômico não tão promissor. Sabe aquele ditado de que “quem investe em terra não erra”? Ele se encaixa perfeitamente nesse cenário.

3) Locação de imóveis

Essa modalidade tem tudo a ver com a questão do crescimento demográfico e urbano de uma região. Um local que cresce e se valoriza, atrai mais moradores e, consequentemente, mais empresas e comércio para a população.

Se você comprar um imóvel pode alugá-lo tanto para fins comerciais quanto residenciais. A renda mensal com o aluguel é uma excelente forma de ter o retorno do investimento feito no imóvel.

4) Fundos Imobiliários

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) são investimentos divididos por ações, chamadas de cotas. São grupos de pessoas que investem no mesmo fundo, sendo este, administrado por um gestor.

Este gestor é o responsável por encontrar os investimentos mais interessantes a fim de garantir uma boa rentabilidade para o fundo.

Existem vários tipos de fundos imobiliários diferentes, mas eles podem ser classificados, basicamente, em duas grandes modalidades:

  • fundos de tijolo: tratam de empreendimentos físicos como shoppings centers, faculdades, hospitais e prédios comerciais;
  • fundos de papel: são os títulos financeiros, títulos de recebíveis imobiliários e outros vinculados ao mercado de imóveis. Esses fundos, geralmente, são menos arriscados do que os de tijolo e a rentabilidade é equivalente ao risco.

5) Crowdfunding Imobiliário

De forma parecida com os FIIs, o crowdfunding imobiliário também pode lhe proporcionar participação em empreendimentos dos mais variados. Essa modalidade de investimento pode ser considerada uma das mais modernas do segmento.

Por meio de plataformas de empresas especializadas, você escolhe o empreendimento em que deseja investir, analisa o risco, prazo, rentabilidade dentre outros fatores, e se junta a diversas outras pessoas que também investirão naquela oferta.

Daí surge o nome de crowdfunding imobiliário: o investimento é coletivo e intermediado por uma empresa do ramo.

É uma alternativa mais democrática, tanto para participação quanto para rentabilização, sendo uma ótima opção para investidores que dispõem de poucos recursos.

Este é um mercado regulamentado pela CVM 588 e, por obrigação, essas plataformas precisam inserir, em cada uma de suas ofertas, uma série de detalhes para que cada investidor tenha fácil acesso e possa analisar minuciosamente.

Além disso, você não paga taxa alguma pela utilização da plataforma.

Gostou de Crowdfunding imobiliário e quer saber mais detalhes? Entenda como a Glebba funciona.



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INSTRUÇÃO CVM Nº 588, DE 13 DE JULHO DE 2017